quinta-feira, 24 de março de 2016

Meio ambiente: Como preservar?

uando se fala em salvar o planeta e o meio ambiente, parece algo muito vago, não é? Imagino que como eu, muitas pessoas devem se perguntar: Ok, mas o que eu, simples mortal, posso fazer para preservar?

Andando na rua e vendo a quantidade de prédios sendo construídos eu penso: até onde o planeta irá aguentar?

Quando as autoridades resolverem em comunhão com as empresas de construção civil, investir na especulação  imobiliária, geralmente tentam passar um discurso de que será ótimo para a cidade, que ela irá crescer e que isso gerará empregos.

E o meio ambiente, onde se encaixa nisso tudo? 
                                                                            
Você já parou pra pensar em quantas árvores são derrubadas para a construção de um prédio? Não precisa ser de grande porte, mas imagina se for então?

É estimulado nas famílias de classe média alta, que os filhos comprem apartamentos novos, de preferência na planta. É compreensível que se busque esse tipo de coisa considerando que um prédio novo teria uma melhor estrutura em relação aos mais antigos, teoricamente. Teoricamente sim, mas isso nem sempre acontece na prática. Baseado em experiências pessoais e de amigos próximos, percebi que muitas vezes prédios novos apresentam mais problemas estruturais do que apartamentos antigos.

Com algumas simples escolhas, podemos contribuir para a preservação do planeta e evitar o desmatamento, como por exemplo, escolher comprar apartamentos antigos e em boa conservação ao invés de novos. 

E o que a gente ganha com isso?

As construções antigamente apresentavam melhor qualidade, eram feitas para durar. E  não digo só de prédios, mas também utensílios em geral. Você já percebeu como os aparelhos eletrônicos antigos tinham uma durabilidade muito maior há alguns tempo atrás? depois que o consumismo se acirrou, é que as coisas foram ficando mais descartáveis. Outra vantagem é o fato de os apartamentos antigos geralmente serem maiores, mais espaçosos. E fora o fato de que poderemos economizar alguns bons trocados. 

Imagina quantas árvores poderiam ser salvas com essa simples atitude? E além de 
qualidade material, a gente ganhará em qualidade de vida. Teremos uma cidade mais fresca e bonita para desfrutar. Não seria maravilhoso?

2 comentários:

  1. O grande cerne da questão é a ganância desenfreada. Eu não teria nada contra o capitalismo se ele fosse exatamente o que os seus defensores ferrenhos pregam ser na teoria, ou seja, um sistema econômico livre, que estimula o empreendedorismo, visando o bem estar comum e trazendo no seu bojo o progresso social.

    No entanto, o ego mata qualquer possibilidade de haver equilíbrio e ultrapassando todas as fronteiras do chamado "giro do dinheiro" que ajudaria a todos, quando o "dinâmico" empresário percebe que pode lucrar mais do que deveria, esquece todo o discurso social e tudo vira uma farsa movida a egoísmo.

    Uma grande pena que seja assim, mas é o retrato do ser humano. Só tem um jeito disso mudar e vem com espiritualização em massa.

    Deixando de dar tanto valor à matéria e consequente acúmulo de bens, o empreendedorismo seria válido, e o tal giro da economia livre, de fato humanitário.

    Não acredito mais em utopias de esquerda, mas a mentalidade do neo liberalismo de direita está muito longe de ser considerado o melhor sistema econômico. Só poderá sê-lo se houvesse a extinção da ganância desmesurada e isso só ocorrerá com mudança interna de cada um e tornando-se epidêmico, construir enfim uma sociedade que seja empreendedora, com liberdade de ação econômica, porém igualitária, portanto preocupada com o bem estar não só das pessoas, mas sob parâmetros ecologicamente sustentáveis.

    Hora de olhar lá para trás e admitir : os hippies tinham razão em pregar valores fraternais...

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